Andai por ele.
“Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra dizendo,: Este é o caminho, andai por ele” ((Is 30.21).
Quando estivermos em dúvida ou dificuldade, quando muitas vozes nos recomendarem com insistência esta ou aquela direção, quando a prudência segredar uma advertência, e a fé, outra, então, fiquemos quietos, silenciando cada voz intrusa, aquietando-nos no sagrado silencia da presença de Deus. Estudemos a Palavra com inteireza de coração, examinando-nos à pura luz da sua face, desejosos de conhecer somente o que o Senhor Deus determinar – e não passará muito tempo até que se forme em nós uma impressão muito nítida, a inconfundível comunicação da sua vontade.
Não é sábio, nos primeiros estágios da fé cristã, depender disto somente, mas devemos esperar também pela corroboração de circunstâncias. Mas aqueles que têm tido experiências com Deus conhecem bem o valor da comunhão secreta com ele, e podem perceber a sua vontade.
Se estamos em dúvida a respeito do caminho a tomar, levamos o problema a Deus; a orientação virá através da luz do seu sorriso ou da nuvem da sua recusa.
Se ficarmos a sós, onde a luz e as sombras da terra não possam interferir, onde as opiniões humanas não nos possam alcançar – e se nos mantivermos ali, em silêncio e expectação, embora todos ao nosso redor insistam em que tomemos uma decisão imediata – a vontade de Deus e uma visão mais profunda da sua natureza e seu coração de amor, uma visão que será apenas nossa – uma experiência preciosa, que ficará para sempre como aquisição, a rica recompensa daquelas longas horas de espera.
Quando estivermos em dúvida ou dificuldade, quando muitas vozes nos recomendarem com insistência esta ou aquela direção, quando a prudência segredar uma advertência, e a fé, outra, então, fiquemos quietos, silenciando cada voz intrusa, aquietando-nos no sagrado silencia da presença de Deus. Estudemos a Palavra com inteireza de coração, examinando-nos à pura luz da sua face, desejosos de conhecer somente o que o Senhor Deus determinar – e não passará muito tempo até que se forme em nós uma impressão muito nítida, a inconfundível comunicação da sua vontade.
Não é sábio, nos primeiros estágios da fé cristã, depender disto somente, mas devemos esperar também pela corroboração de circunstâncias. Mas aqueles que têm tido experiências com Deus conhecem bem o valor da comunhão secreta com ele, e podem perceber a sua vontade.
Se estamos em dúvida a respeito do caminho a tomar, levamos o problema a Deus; a orientação virá através da luz do seu sorriso ou da nuvem da sua recusa.
Se ficarmos a sós, onde a luz e as sombras da terra não possam interferir, onde as opiniões humanas não nos possam alcançar – e se nos mantivermos ali, em silêncio e expectação, embora todos ao nosso redor insistam em que tomemos uma decisão imediata – a vontade de Deus e uma visão mais profunda da sua natureza e seu coração de amor, uma visão que será apenas nossa – uma experiência preciosa, que ficará para sempre como aquisição, a rica recompensa daquelas longas horas de espera.
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